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Seja bem-vindo!

Aqui você conhecerá um pouco sobre o meu percurso profissional e como esse conhecimento pode colaborar com o seu desenvolvimento pessoal, seja

por meio da psicanálise clínica ou de outros projetos do Identidade Ampliada.

Minha História

CLAUDIA DE LA RUA

A escuta do feminino e meu encontro com a psicanálise
 

Desde muito cedo, as questões relacionadas ao universo feminino despertavam minha curiosidade. Ainda na faculdade de jornalismo, minhas pesquisas e pautas já se voltavam para temas ligados à mulher, à identidade e à forma como cada uma constrói sua própria história.
 

Alguns anos depois, em 2008, ao empreender em uma loja de roupas femininas, tive a oportunidade de conviver diariamente com muitas mulheres. Mais do que escolher roupas, elas compartilhavam suas inseguranças, suas percepções sobre o próprio corpo e as dificuldades de se reconhecerem em sua própria imagem.
 

Aquela experiência foi reveladora. Aos poucos fui percebendo que, por trás de cada escolha de vestir, existiam histórias, sentimentos e questões muito mais profundas sobre identidade, autoestima e pertencimento. Esse contato despertou em mim o desejo de compreender melhor o feminino em sua complexidade.
 

Foi assim que, em 2015, iniciei meus estudos em psicanálise, aprofundando também pesquisas relacionadas ao comportamento feminino, comunicação e imagem pessoal. A partir dessas investigações nasceu o programa Identidade Ampliada, voltado ao desenvolvimento do autoconhecimento feminino, integrando aspectos da comunicação, do comportamento e da imagem.
 

Com o avanço dos estudos, algo começou a se transformar também dentro de mim. O que inicialmente era uma busca por conhecimento para aprimorar meu trabalho com mulheres tornou-se um chamado mais profundo: o desejo de escutar e acompanhar pessoas em seus processos de elaboração psíquica.
 

Hoje atuo como psicanalista, atendendo adolescentes e adultos — homens e mulheres — em consultório.
 

Meu trabalho se sustenta na escuta atenta, no respeito à singularidade de cada história e na convicção de que, quando alguém encontra um espaço seguro para falar, novas possibilidades de compreensão sobre si mesmo podem emergir.

Acredito que o processo analítico é, antes de tudo, um caminho de encontro com aquilo que somos — muitas vezes além das imagens, expectativas e papéis que aprendemos a ocupar.

Rua Antonio Aidino dos Santos, 97

Itapeva/SP

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